Segundo ela, o corpo foi encaminhado para o DPT de Feira
pedido dos familiares, chegando na manhã de segunda-feira, sendo necropsiado,
mas disseram que a liberação dependia do relatório médico do hospital, que
enviou um fax do documento.
“Pediram o original, que foi providenciado, e agora alegam
que ter médico para assinar a guia de liberação”, contou.
Revoltados, eles prestaram queixa no Ministério Público.
Ontem pela manhã, A TARDE os acompanhou ao DPT, onde foram recebidos pelo
coordenador, Renato Lacerda, que não permitiu o acesso da imprensa. “Ele alegou
que estava faltando apenas a assinatura de um familiar de 1º grau, mas eu
fiquei aqui ontem até às 20 horas”, afirmou José Milton Pires, irmão do
professor.
O corpo só foi liberado no inicio da tarde, sendo sepultado
no Cemitério Piedade. “Não tivemos a chance de velar meu irmão, devido ao
estado de decomposição do corpo. Vamos entrar com uma ação por tudo isso”,
desabafou José Milton.
CONSTRANGIMENTO
Ao tentar registrar a saída do caixão do DPT, o fotografo de
A TARDE Luiz Tito foi abordado por um perito e uma funcionária. "Me acusaram de ter invadido o órgão e, quando expliquei
que transitava em local permitido, ele pôs o dedo no meu rosto e me ofendeu moralmente.
Fui constrangido na frente de várias pessoas”, relatou.
O perito deu voz de prisão ao colega, que ficou no local até
o final da tarde, quando policiais do Complexo Policial Investigador Bandeira,
situado ao lado, o liberaram. O repórter disse que vai registrar queixa contra
os dois servidores. O caso foi comunicado ao Sinjorba e as assessorias do DPT e
da SSP-BA. O coordenador do órgão não recebeu a reportagem.

isso é um absurdo.infelismente é nosso Brasil
ResponderExcluirO que aconteceu foi um verdadeiro absurdo. Além de sofrermos com a perda do nosso familiar, tivemos que ouvir insultos por parte dos servidores do DPT, pois, estavam revoltados porque chamamos a imprensa e prestamos queixa no Ministério Público. O que queríamos era realizar um velório digno, o que infelizmente não pôde ter sido feito, já que o corpo estava em estado avançado de decomposição. Retiramos o corpo do DPT, por volta das 14h50min, quando 15h10min, o corpo já estava enterrado. Para nos mostrar que estavam indignados com as medidas que tomamos, dois policiais abusaram do poder para tentar nos intimidar, chegando até a agredir verbalmente o repórter Luis Tito, que foi impedido de transitar e realizar o seu trabalho. Eles não vão nos intimidar, vamos lutar para que sirva de exemplo, para que outras famílias não sofram com tanto descaso.
ResponderExcluirBárbara Pires
é isso que acontece quando se tem bandido disfarçado de policia,sao estes elementos ou melhor meliantes que denigrem,os policias serios compententes
ResponderExcluirvcs não entenderam quem sabe se eles não gostava do difunto e por isso não queria que o enterracem dechacem pra eles não tinha outro motivo
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